(No quesito ação contundente, a história não decepciona)
By Tomás Allen
Último Alvo conta a história dos últimos anos da vida de Thug (Liam Neeson), um delinquente que trabalha para Charlie Conner (Ron Perlman), chefão de uma organização criminosa. Thug começa a ter perdas significativas de memória, em especial com nomes e endereços. Percebendo a situação, faz uma consulta médica na qual é diagnosticada uma doença grave: encefalopatia traumática crônica.
Sinopse oficial:
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Derivado de batidas sucessivas no crânio, este mal existe e tem características como são apresentadas no filme. Não tem cura e seu desenlace fatal no que faz a tempo resulta de difícil prognóstico. O principal conselho que lhe dá a neurologista (Kate Avallone) é procurar pessoas que possam acompanhá-lo, especialmente em um futuro no qual vai carecer até de consciência de si mesmo. A tentação de suicídio aparece e há outros elementos dramáticos, tristes. Com efeito, os problemas de esquecimento serão gradualmente maiores, embora a potência física nos confrontos com outros indivíduos e habilidades com as armas se mantenham intactos.
Paralelamente, Thug realizará uma entrega de mercadoria suspeita, na qual conhecerá Kyle Conner (Daniel Diemer), filho de Charlie Conner. O trabalho não resulta simples e Kyle não aparece como um indivíduo confiável. Além disso, ajudará uma mulher (Yolonda Ross) que, reciprocamente, o auxiliará em assuntos fundamentais. E conhecerá outra que está sendo submetida, junto com outras mulheres mais, à exploração sexual por um cafetão desprezível (Javier Molina).
Para além de todo este submundo, o protagonista começa a refletir sobre seu passado, sua vida. Vai lembrar como seu pai o marcou para não ser covarde, o que simultaneamente o tornou violento. Mas, em especial, vai se dando conta de que foi uma pessoa que cometeu erros muito graves, em especial com seus filhos. Procura, então, sua filha (Frankie Shaw) e conhece seu neto (Terrence Pulliam) tentando agora ser absolvido daquelas incorreções (daí o nome original da realização: ‘Absolution’).
Paralelamente, Thug realizará uma entrega de mercadoria suspeita, na qual conhecerá Kyle Conner (Daniel Diemer), filho de Charlie Conner. O trabalho não resulta simples e Kyle não aparece como um indivíduo confiável. Além disso, ajudará uma mulher (Yolonda Ross) que, reciprocamente, o auxiliará em assuntos fundamentais. E conhecerá outra que está sendo submetida, junto com outras mulheres mais, à exploração sexual por um cafetão desprezível (Javier Molina).
Para além de todo este submundo, o protagonista começa a refletir sobre seu passado, sua vida. Vai lembrar como seu pai o marcou para não ser covarde, o que simultaneamente o tornou violento. Mas, em especial, vai se dando conta de que foi uma pessoa que cometeu erros muito graves, em especial com seus filhos. Procura, então, sua filha (Frankie Shaw) e conhece seu neto (Terrence Pulliam) tentando agora ser absolvido daquelas incorreções (daí o nome original da realização: ‘Absolution’).
O reencontro não será fácil para pai e filha e o caminho que Thug vai percorrer para paliar seu desastroso passado também não o será. Contudo, as sequências finais levarão o espectador a uma resolução bastante interessante. Repassando mentalmente a trama, o personagem representado por Neeson, em seu 91º trabalho, resulta ser o centro absorvente do relato.
Embora este título tenha elementos em comum com “Pacto de Redenção” (2023), onde também um assassino profissional se defronta com uma doença encefálica avanzada, nesta ocasião o diretor norueguês Hans Petter Moland e o roteirista Tony Gayton, conseguem diferenciar-se e criar um filme diverso daquele. O balanço de Último Alvo: sem alcançar um resultado extremamente elevado, tampouco resulta ruim. Quem gosta de ação contundente não se decepcionará e o mesmo sucederá para quem procura dinamismo no relato.
Embora este título tenha elementos em comum com “Pacto de Redenção” (2023), onde também um assassino profissional se defronta com uma doença encefálica avanzada, nesta ocasião o diretor norueguês Hans Petter Moland e o roteirista Tony Gayton, conseguem diferenciar-se e criar um filme diverso daquele. O balanço de Último Alvo: sem alcançar um resultado extremamente elevado, tampouco resulta ruim. Quem gosta de ação contundente não se decepcionará e o mesmo sucederá para quem procura dinamismo no relato.
Murtagh (Liam Neeson) é um ex-gângster que, após descobrir uma doença terminal, decide tentar reconstruir sua vida longe do crime. Mas essa decisão tem um preço alto: antigos aliados e novos inimigos não estão prontos para deixá-lo ir sem um último acerto de contas. Em uma corrida contra o tempo, ele precisará enfrentar seu passado violento enquanto luta para proteger o que ainda resta de seu futuro. Direção: Hans Petter Moland. Estreia nos cinemas brasileiros, 27 de fevereiro de 2025 pela Imagem Fil.es.
Imagens fornecidas pelas assessorias ou retiradas da internet para divulgação/Biografias usadas são da IMDB.
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